segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Mude o curso das coisas, não deixe que a vida aconteça sem você!

                                                             
Se você não gosta do lugar para onde a correnteza o está levando, então mude o curso das coisas. 
Não espere uma oportunidade surgir. Crie a sua própria, que essa certamente te levará para onde você quer e deve estar. 
Não deixe a correnteza te guiar. Estabeleça um rumo e tenha o controle de sua própria história.
Pense nisso...

Uma excelente semana a todos!












segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Qual o limite de suas cordas, amarras ou correntes?


                                                             

Hoje, após assistir um belíssimo documentário sobre a vida dos elefantes africanos e sua incansável busca por água e alimento, me pego agora pensando: Sendo ele um animal tão grande e forte, capaz de sobreviver a tanta adversidade, como se deixa acorrentar e aprisionar?

Ocorre que infelizmente os elefantes são capturados ainda bebês, quando desconhecem a força que tem, o que possibilita um treinamento ainda mais eficaz. E assim permanecem cativos durante anos ou uma vida toda, já que diariamente 
são desencorajados a não buscarem a liberdade. E é o que realmente acaba acontecendo, pois depois de tantas tentativas frustradas eles simplesmente desistem e são vencidos pelas correntes, acreditando que todo esforço será inútil.

Pois bem, de certa forma todos nós vivemos situações bem parecidas, embora muitas vezes nem notemos. Somos seres grandiosos, potencialmente criados para felicidade e liberdade, porém, quantas vezes nos deixamos vencer por amarras sutis e sem fundamentos? Quantas vezes nos deixamos aprisionar por cordas invisíveis que só nos imobilizam? Quantas vezes simplesmente nos conformamos e nos submetemos aos acontecimentos sem ao menos questionar, apenas nos recolhendo prontamente mansinhos e sem reclamar?

A verdade é que ninguém quer viver em cativeiro. Mas há que lembrar que existem outras prisões bem mais eficientes, onde correntes externas não podem ser piores que as internalizadas, aquelas que nos prendem por dentro e nos tornam o próprio obstáculo a liberdade, nos paralisando diante da vida.

Pense nisso...




Uma excelente semana a todos!





terça-feira, 2 de setembro de 2014

Movimento urbano, fascinante em sua diversidade!


                                                   

Já observaram como algumas cidades nos lembram os tabuleiros de xadrez? Talvez por sua organização em relação a suas ruas, quadras e construções padronizadas. Já outras são verdadeiros emaranhados de cores, estilos, ruas inexatas, construções irregulares, enfim, um verdadeiro caos urbano.

Foi a partir dessa visão, observando a diferente dinâmica de algumas cidades e o movimento quase sempre apressado e desordenado de seus habitantes que me peguei pensando no quanto uma cidade pode nos contar de suas histórias, e o quanto seus habitantes podem transformar-se em valiosa fonte de inspiração, auxiliando meu imaginário com inúmeras fabulações. 

E assim, nesse contexto nasce uma nova forma de olhar e me relacionar. Nasce a poética que se dá ao descobrir o outro, o desconhecido que passa ao lado, as pessoas que surgem e rapidamente se vão, como uma nuvem de fumaça.

E nessa grande valsa, no vai e vem frenético de centenas de pessoas que se dá a deliciosa e curiosa mistura de lirismo, comédia e drama, pois são histórias que se misturam, cruzam e vão muito além da fantasia e realidade de cada um. São como tinta fresca, que de pincelada em pincelada reproduz o fiel retrato do estilo de vida contemporâneo nas grandes cidades.

Então continuo observando e penso no que vem a seguir. Me esgueiro por entre o ritmo de seus passos, olho por entre seus ombros, tento imaginar suas vidas e não me contenho diante do que nasce miraculosamente do transitório.

                                        

É como tecer fios de vidas. E eu, na condição de expectadora escolho o que quero ver. Seleciono cada imagem num interessante e delicioso exercício onde visão e imaginação passam a ser exercidos com aguçamento, o que resulta numa leitura particular de impressões, gestos, movimentos e conversas.  

E esse é o verdadeiro pulsar das ruas. O dia a dia que emociona e inquieta, que irrita e desassossega, mas que no fundo só precisa de um pouco mais de atenção, pois cada uma dessas pessoas possui uma vida repleta de dramas e alegrias, motivo suficiente pra que tenham meu respeito e atenção.

                                       


Uma excelente semana a todos!